sábado, 26 de fevereiro de 2011

“Antipulgas matam centenas de cães”, afirma Agência



Cães de pequeno porte seriam os mais atingidos por alergias ao antipulgas

DOSAGEM incorreta e a falta de conhecimento sobre pesticidas seriam as principais causas para as 44.263 reações clínicas registradas pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) no ano de 2008 nos EUA. Segundo a agência, as reações nos animais domésticos variam de irritações na pele até vômito, principalmente em cães de pequeno porte e gatos. Sendo que em 600 casos, a reação foi tão forte que causou a morte do animal.

DIANTE desses números, a EPA prometeu esta semana desenvolver testes de avaliação mais rigorosos para venenos que são usados em tratamentos contra pulgas e carrapatos e que são aplicados diretamente na pele de animais de estimação. Além disso, a agência afirma que está avaliando a possibilidade de criar novas regras para os rótulos de tais produtos. Ou seja, tornar as informações mais claras e visíveis para o consumidor. Segundo o administrador adjunto da EPA, Steve Owens, a organização está empenhada em proteger a saúde e a segurança dos bichos. Entretanto, ele pede que proprietários leiam os rótulos com mais atenção antes de aplicar o produto, pois a superdosagem é recorrente.



Raças mais atingidas

UM ESTUDO de 2009 publicado pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais informa que a maioria das doenças relacionadas com a utilização adequada dos tópicos foram leves. Já o relatório publicado pela EPA afirma que animais de pequeno porte são os mais afetados pelas reações, sendo que em raças como Chihuahuas, Shih Tzus, Poodles miniatura, Pomeranos e Dachshunds os casos são ainda mais frequentes.

A MERIAL, fabricante de um dos anti-pulgas mais conhecidos do mercado, o Frontline, contestou os dados da EPA. Em um comunicado afirmou que: “o número de eventos adversos relatados para Frontline manteve-se consistentemente baixo desde a introdução do produto em 1996”. E conclui o comunicado dizendo que a grande maioria das reações são leves. (Fonte: Associated Press) 

Animais em Extinção no Brasil / AVES




O Brasil é o quarto país do mundo em número de espécies de aves ameaçadas. No mundo, uma em cada oito espécies de aves está ameaçada de extinção.

Poluição, desmatamento, aquecimento global e a caça predatória são as principais atividades humanas responsáveis pela situação que coloca várias espécies de aves em risco de extinção. Os dados são da BirdLife International.




Uma das regiões mais afetadas no Brasil é o Cerrado, em virtude do cultivo da soja. Grande parte das espécies ameaçadas vivem em áreas agrícolas.

87 % de todas as espécies sofrem algum grau de ameaça em função do avanço das fronteiras agrícolas e do uso de novas tecnologias no meio rural.




O Cerrado ocupa 21 % do território brasileiro e abriga cerca de 935 espécies de aves, quase 10 % do total de espécies que existem em todo mundo. As espécies de aves não conseguem se adaptar às transformações ambientais decorrentes do avanço do limite das fronteiras agrícolas.

O Brasil possui 40 espécies de aves ameaçadas; desde 1500, cerca de 153 espécies de aves foram extintas, no fim do século XX, 18 espécies desapareceram. Desde 2000, a ararinha-azul é considerada extinta da Caatinga brasileira, e grande parte de várias espécies de aves extintas são da Mata Atlântica, local de grande incidência de endemismo no Brasil.




A disseminação de espécies invasoras e a monocultura são outras causas de extinção.

Fotos dos Animais da África

Publicado por Juliano, Categoria Fotos & Videos.
Fotos dos Animais da africa Fotos dos Animais da África Para quem admira o continente africano e a variedade de animais que podemos encontrar por lá, fique atento para a matéria de hoje que elaboramos especialmente para falar um pouco mais sobre os animais que vivem na África e muitos deles que só são encontrados por lá, confira nossa matéria completa para obter maiores informações sobre esses tipos de animais.
Um dos animais africanos mais comuns que podemos encontrar na áfrica são os Elefantes africanos, os elefantes são exemplos de animais africanos  sendo os maiores mamíferos vivos em terra e normalmente criaturas dóceis o comportamento dos elefantes africanos são motivados por três principais fatores, alimentação, integração social com outros elefantes e evitar perigos, cerca de 500 mil elefantes vivem em liberdade, a grande maioria em áreas protegidas, sua existência tem sido ameaçada por caçadores de marfim, tendo sue habitat reduzido pelos humanos.
Vale lembrar que muitos animais selvagens da África estão vivendo em liberdade na África, como por exemplo, os leões Africanos, que vivem principalmente nas savanas africanas, como no Quênia e a Tanzânia, um símbolo de poder, os leões marcam seus territórios e são animais que habitam várias regiões da África, Europa e também a Ásia, fora da África somente na Índia podemos encontrar leões vivendo em seu habitat natural.
Hoje em dia é na África que são abrigados o maior numero de espécies de animais em extinção na África, um exemplo de animais que estão em extinção é a Arara Azul Grande, sendo um animal muito dócil e de fácil captura, não só na África, mas também no Brasil, para ser mais exato, no Pantanal Mato-Grossense podemos encontrar alguns desses animais, estima-se que no mundo só tenha três mil araras azul Grande restantes.
Muitas pessoas que moram na África tem estranhos animais de estimação, como macacos, faisão, entre outros animais que não são comuns no nosso país, vale lembrar que os animais domésticos da África, que não são comuns, como cachorros, gatos, tem que possuir uma autorização para que as autoridades possam estar ciente se o tipo de animal que estão domesticando terá uma vida agradável e será tratado de maneira correta.
Esperamos que tenham gostado da nossa matéria e que todos possam um dia conhecer alguns safáris na África e conferir a imensa variedade de animais que existe por lá, desejamos a todos uma ótima semana e até a próxima.
Fotos dos Animais da africa1 Fotos dos Animais da África
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Características

O urso é mamífero e se caracteriza por ter um corpo pesado, a cauda curta e as orelhas pequenas e arredondadas. Os ursos são plantígrados (o calcanhar e a planta tocam no solo ao caminhar, como nos seres humanos), e os pés posteriores têm cinco dedos. Embora sejam classificados como carnívoros, as diferentes espécies variam muito em seus hábitos alimentares. Tem caráter solitário e os laços familiares só existem entre a fêmea e suas crias.

Tipos e habitats

Podem ocupar uma grande variedade de habitats, mas a perseguição a que são submetidos pelos seres humanos os tem relegado às zonas mais afastadas e selvagens das montanhas e florestas euro-asiáticas e americanas, e ao oceano Ártico.
Urso 
pardo.
As espécies atuais de ursos são: o urso branco (ou polar), o urso pardo (foto acima), o urso negro americano, o urso negro asiático (ou urso tibetano), o urso malaio, o urso beiçudo e o urso-de-óculos.

Pré-história

Havia um urso originário da América do Norte; o Agriotherium (animal selvagem), que hoje é extinto, assim como o Ursus spelaeus, que era um urso das cavernas, e foi o maior mamífero carnívoro conhecido. Competia com o homem paleolítico pela posse das cavernas e muitas vezes saía ganhando.

Urso Beiçudo e Urso Malaio

O Urso Beiçudo recebe esse nome porque seu focinho é longo e os lábios, muito móveis, são empregados para capturar os cupins dos quais se alimenta. Habita as florestas tropicais da Índia e do Sri Lanka.
  • Nome científico - Melursus ursinus.
  • O Urso Malaio tem o pêlo de cor negra, com uma mancha sobre o peito, de forma irregular, branca ou amarela, e se estende desde a China até a Indochina.
  • Nome científico - Helarctos malayanus

Urso Cinzento

Também denominado "grizzly", habita as Montanhas Rochosas. Ameaçado com a presença do homem, se deslocou ainda mais para o Norte; ali, está bem em vésperas do desaparecimento, o que se tenta evitar nas reservas florestais.

Urso polar ou urso branco

Urso polar ou 
urso branco.

Urso Pardo

Pertencem a uma única espécie e se distribuem pela América do Norte, Europa e Ásia. Encontra-se presente na península Ibérica, precisamente nos Pirineus e na cordilheira Cantábrica. Na Espanha, está em perigo de extinção. É uma das maiores espécies de ursos e se caracteriza por apresentar uma grande variação não somente no tamanho, mas também no peso, no tom e aspecto da pelagem. É o mais temível dos ursos, na idade adulta pode assumir 1,20 m de altura até a cernelha (junção das espáduas e cabeça do animal), e um comprimento total de 2 a 3 metros. Quando estão armazenadas as reservas alimentares para a hibernação, podem pesar até meia tonelada. Está adaptado a viver em habitats muito distintos e a comer muitos tipos de alimentos.
Nome científico - Ursus arctos.

Urso-de-Óculos

Também chamado de Urso Andino, Cara Rajada, Umari ou Uyutchine. Ele vive na América do Sul e caracteriza-se pela presença de manchas faciais que costumam rodear os olhos, como se usasse óculos, formando um anel, completo ou não. As patas têm cinco garras, curtas e afiadas, que usa para trepar em árvores e para despedaçá-las quando está em busca de insetos.
Nome científico - Tremarctos ornatus.

Urso Negro Americano

Este urso é muito abundante na América do Norte, desde o Alasca até o México e a Flórida. Apresenta uma grande variabilidade na cor de sua pelagem que vai do preto ao cinza-avermelhado, e no peito costuma ter uma mancha branca em forma de estrela. O corpo é largo e grande (2 metros), e os pés são pequenos e as orelhas grandes. É incapaz de subir em árvores. Está adaptado a viver em ambientes diferentes e pode hibernar durante sete meses, quando o alimento escasseia. Tem uma dieta onívora (come de tudo).
Nome científico - Euarctos americanus.
Urso 
negro americano.

Urso Tibetano

Também conhecido por Urso Negro Asiático, espécie de urso distribuída pela Ásia, desde o Japão até o Paquistão. A pelagem do corpo é preta e bastante longa no pescoço e nos ombros e apresenta uma mancha branca sobre o peito (algumas vezes pardacenta) em forma de V. São considerados animais muito agressivos e perigosos.
Nome científico - Selenarctos thibetanus.
panda

Os ursos panda são protegidos por Lei para evitar sua extinção da terra.
O urso panda gigante, também conhecido como Bamboo bear, porque come só bambu. Os pandas já viveram em uma grande área da China, assim como no norte de Burma e no Vietnã. No entanto, as mudanças no clima, e acima de tudo, o intenso crescimento populacional humano os obrigou a sair da maioria dessas áreas. Hoje, os ursos panda remanescentes consistem em apenas seis populações, que vivem no sudoeste da China. Partes dessas regiões montanhosas, que são isoladas umas das outras, hoje se tornaram reservas naturais – mas quase metade dos pandas vive fora dessas zonas protegidas.
O urso panda possui cara branca e redonda característica, com orelhas pretas e manchas pretas ao redor dos olhos. Seus membros e ombros também são pretos. As fêmeas pesam uns 80 quilos, e os machos entre 85 e 125 quilos e medem até 1,80m de altura.
Os pandas gigantes não comem quase nada além de folhas e brotos de bambu. Para ficarem saciados deste alimento, que é pobre em nutrientes, eles precisam comer cerca de 30 quilos diariamente. Isso significa que eles precisam comer cerca de 16 horas por dia, se alimentando ocasionalmente de bulbos de plantas, raízes, ovos e pequenos mamíferos.
Sua extrema dependência do bambu como fonte quase exclusiva de alimento faz com que o urso panda seja muito vulnerável. Como resultado, muitos ursos acabam morrendo se as plantas da área em que vivem murcham depois de uma floração em massa – um fenômeno que ocorre em intervalos de 20 a 40 anos. No passado, os ursos panda podiam recorrer a outros tipos de bambu em áreas mais baixas. Mas atualmente, estas áreas diminuíram drasticamente devido ao desmatamento.
Os ursos panda tendem a ser solitários e passam a maior parte do dia comendo. Eles costumam dormir em cavernas ou no alto das árvores. Apesar de serem ativos durante todo o ano, seus movimentos são lentos por causa de sua dieta de vegetais, pobre em nutrientes.
A fêmea do urso panda torna-se capaz de reproduzir aos três ou quatro anos de idade. Durante o período de reprodução, que vai de abril a maio, machos e fêmeas deixam rastros de odores nas pedras e nas árvores. Às vezes, diversos machos competem por uma fêmea. Para serem percebidos, os ursos urram durante a época do acasalamento. A cada dois ou três anos, a fêmea dá a luz um ou dois filhotes, pequenos como “hamsters”, depois de um período de gestação de três a seis meses. Os filhotes pesam de 75 a 150 gramas, e precisam de calor e atenção constantes. Apenas um deles costuma sobreviver. O filhote se torna independente e vive sozinho a partir dos 18 meses. Os pandas gigantes têm taxas baixas de reprodução, já que muitos ursos jovens acabam morrendo por razões ainda desconhecidas.
O panda tem um osso no pulso, ampliado e flexível, chamado osso sesamóide, que permite que ele agarre os galhos do bambu. Seu primo, o panda vermelho, também tem esse “falso polegar”. Por isso, alguns cientistas consideram que o panda gigante pertence à família dos guaxinins, ou o classificam em uma família própria, os Ailuridae.
O panda gigante é o símbolo das espécies ameaçadas. Apenas populações muito pequenas ainda sobrevivem no sudoeste da China. Apesar das medidas de proteção consolidadas, os ursos panda estão ameaçados de extinção devido à destruição de seu habitat. Em junho de 2004, o número de pandas na natureza era estimado em um total de 1.600 indivíduos.
Fonte: Animal Planet

Ativistas protestam contra o uso de peles

MICHELLE TRINDADE
Adriana Pierin, do Move Institute.
Adriana Pierin, do Move Institute.
“Mexa seu traseiro pelos animais”. O lema provocador da Move Institute quer chocar as pessoas da mesma forma como os integrantes da ONG ficaram chocados com o aparecimento de peles no São Paulo Fashion Week e no Fashion Rio.
Nesta quarta-feira, 2 de fevereiro, um grupo de pessoas do instituto fez um protesto, dentro da Bienal, contra o uso do material. “Não dá para acreditar que, no Brasil, existam estilistas que fazem roupas assim”, disse Adriana Pierin, organizadora do movimento. “É crueldade gratuita com os animais já que peles sintéticas são substitutos perfeitos.”
Os ativistas entraram na Bienal com o apoio da Luminosidade, empresa que organiza o SPFW. “É possível que, no futuro, a gente consiga fazer parcerias com o SPFW”, conta Pierin. “Projetos como montar um stand na Bienal para conscientizar as pessoas sobre os métodos brutais de obtenção das peles.”
Em entrevista ao MODASPOT, Samuel Cirnansck, que usou pele de coelho em sua coleção de inverno 2011, justificou que, como o coelho serve de alimento, o aproveitamento da pele ficaria dentro do conceito de sustentabilidade.
Por outro lado, a Oslo Fashion Week proibiu seus estilistas de usar peles verdadeiras nas coleções. É a primeira vez no mundo que uma semana de moda se posiciona contra o material e contou com o apoio de revistas de moda nacionais, como a ELLE e a Cosmopolitan Norway.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Animais Marinhos


Qual é o maior tubarão do mundo?
Acertou quem respondeu "Tubarão Baleia". Ele não é só o maior tubarão como é também o maior peixe do mundo, podendo medir até 18 metros de comprimento.

Todos os tubarões são peixes de esqueleto cartilaginoso, carnívoros e marinhos, com exceção de uma espécie que entra em água doce.

Vivem em ambientes que vão das águas costeiras até o alto mar, ocupando toda a coluna d’água, desde o fundo até a superfície.

Existem mais de 300 espécies de tubarão em todo o mundo.